Publicado em: **Terça-Feira, 13/10/2026**
Isso mostra o tamanho da reformulação do Capetixaba entre o início da primeira temporada e o começo desta segunda!
O time titular daquela época tinha apenas dois sobreviventes:
🧤 Simão Bertelli — continua no elenco, mas agora como goleiro reserva.
🛡️ João Muniz — resistiu à reformulação e segue como titular da equipe.
Praticamente todo o restante da formação mudou. Isso reforça a ideia de que o Capetixaba está construindo um novo projeto, com investimento alto e a ambição de terminar no TOP 5 da Série B.
📰 O que essa mudança representa?
1. Uma reformulação profunda: o clube não se limitou a contratar algumas peças; mudou quase toda a espinha dorsal do time.
2. João Muniz como símbolo de continuidade: em meio a tantas mudanças, ele permanece como titular. Pode representar a ligação entre o elenco antigo e o novo projeto.
3. Mais responsabilidade para a diretoria: com tantos jogadores diferentes e um orçamento elevado, será importante encontrar entrosamento rapidamente.
4. Simão em um novo papel: de titular no início da trajetória a reserva, ele continua fazendo parte do grupo e pode ser importante ao longo da temporada.
O elenco tem jogadores com CA elevado em praticamente todos os setores. Saúl (136), Eren Elmali (130), Leoni (125), Barinaga (125) e Cepeda (124) dão uma boa indicação da qualidade individual disponível.
Por outro lado, CA alto não garante uma campanha forte sozinho. O encaixe tático, a condição física, a consistência e a familiaridade com as funções serão decisivos.
Para a meta de terminar no TOP 5 da Série B, eu ficaria de olho em três pontos:
Entrosamento: integrar tantas peças novas sem perder equilíbrio.
Proteção defensiva: garantir que os laterais tenham cobertura e que o meio não fique exposto.
Profundidade do ataque: definir uma referência ofensiva e aproveitar a criatividade dos meias.
Minha impressão inicial é que o Capetixaba montou um elenco ambicioso. Agora, o desafio é fazer os nomes funcionarem como um time.
O Capetixaba começa sua segunda temporada com uma realidade muito diferente daquela vivida no início de sua trajetória. O clube decidiu reformular praticamente todo o time, aumentou o investimento e agora trabalha com uma meta que deixa clara a ambição da diretoria: terminar a Série B entre os cinco primeiros colocados.
Não se trata apenas de contratar jogadores com avaliações melhores. O desafio é construir uma equipe capaz de competir regularmente, suportar a pressão e justificar o dinheiro investido.
Uma campanha consistente pode aumentar a visibilidade dos jogadores, valorizar os ativos do clube e fortalecer o projeto para as próximas temporadas. Uma temporada abaixo das expectativas, por outro lado, aumentaria a pressão sobre a diretoria.
A grande questão: o time vai render o que custa?