Publicado em: **Quinta-Feira, 13/08/2026**
O Atlântico Carioca vive dias de glória em 2026, consolidando sua liderança isolada na Liga América. O estádio pulsa a cada jogo, e a atmosfera de festa é sustentada por um futebol envolvente, tático e, acima de tudo, vencedor. No centro dessa transformação está o técnico Claudio Tencati, que, com seu esquema 4-3-3, resgatou não apenas o espírito ofensivo do time, mas também o talento de jogadores que estavam esquecidos.
A vitória mais recente por 2 a 1, onde Fernando Zampedri brilhou com dois gols cruciais, é o exemplo perfeito do sucesso da "Era Tencati". O placar final e a tabela geral, que mostra o Atlântico com impressionantes 13 pontos (4 vitórias, 1 empate e 0 derrotas em 5 jogos), não mentem: o time está em um patamar diferente. Mas o que exatamente mudou?
O DNA do 4-3-3 de Tencati
A grande sacada de Tencati foi implementar um 4-3-3 que prioriza a posse de bola agressiva e a transição rápida. Não é um esquema estático; é um sistema vivo, onde a movimentação constante é a chave.
A linha defensiva sólida, que sofreu apenas 6 gols em 5 jogos, é a base que permite que o trio de meio-campo tenha liberdade para criar. Tencati instrui seus meias a não apenas passarem a bola, mas a infiltrarem, sobrecarregando a defesa adversária. É aqui que o esquema se torna letal.